Governo do Distrito Federal
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30/12/19 às 15h02 - Atualizado em 30/12/19 às 15h08

Educação Precoce forma 850 alunos de três anos

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Programa atende cerca de três mil crianças de 0 a 3 anos

 

Da Redação, Ascom/SEEDF

 

Foto divulgação

 

Em 2019, a Educação Precoce, programa que assegura o desenvolvimento adequado da criança com algum tipo de deficiência ou transtorno, formou 850 estudantes. Esses alunos, de três anos, agora seguem para a pré-escola, a grande maioria deles em unidades regulares.

 

A rede pública do DF atende, atualmente, 2.877 estudantes em 19 instituições de ensino. O trabalho é realizado desde 1987 no Distrito Federal e o atendimento é voltado para crianças de 0 a 3 anos.

 

O ingresso na Educação Precoce se dá por meio de encaminhamento das unidades de saúde ou unidades de educação infantil/creches, quando são detectados fatores de risco para o desenvolvimento infantil, decorrentes de questões genéticas, orgânicas ou ambientais/sociais, nos aspectos afetivo, cognitivo, motor, social ou cultural.

 

O encaminhamento médico é um componente importante para o trabalho da educação precoce, devendo ser solicitado à família. A precoce também atende estudantes de Altas Habilidades e Super Dotação (AH/SD).

 

Os pais ou responsáveis devem entrar em contato com a equipe da Educação Precoce nas unidades de atendimento para realizar o processo de matrícula. Neste contato inicial, são coletados dados básicos, com agendamento de uma entrevista avaliativa.

 

Após a fase de atendimento na Educação Precoce, a criança, quando completa 3 anos e 11 meses, é encaminhada para a pré-escola, após a análise do desenvolvimento da aluno. Essa análise é realizada por uma equipe especializada de Apoio à Aprendizagem (Pedagogo e Psicólogo), professores e coordenador da Educação Precoce e coordenador Intermediário da Educação Especial.

 

O programa visa assegurar o desenvolvimento de um ambiente adequado para a realização das ações relativas à coesão familiar como base para a inclusão social, priorizando o papel dos pais, as atividades estimuladoras e as iniciativas de autogestão, para que eles próprios se constituam como agentes de mudança.