Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
20/02/19 às 17h40 - Atualizado em 28/02/19 às 14h14

Ex-alunos do Gama chegam a final de evento internacional de ciências

COMPARTILHAR

João Gabriel Amador, Ascom/SEEDF

 

Foto: Maria Eduarda, estudante

Três ex-estudantes do Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Gama estão em busca do sonho de participarem da final continental da Infomatrix, competição científica internacional, que será realizada em Guadalajara, México. A equipe, formada pelos jovens Maria Eduarda Martins Guedes Nunes, Nathalia Nascimento de Aguiar, Lucas Cabral de Paula, além da professora Edileusa Costa,  foi escolhida para representar o Brasil no evento que acontecerá entre os dias 30 de março e 3 de abril.

 

A participação coroará o trabalho desenvolvido há anos pelo grupo, que estudou no CEMI do Gama durante o ensino médio. Foi lá que iniciaram as pesquisas sobre o reaproveitamento de energia mecânica por meio de dínamos. “Em 2015, estava muito evidente a crise hídrica no Brasil e vários projetos se voltaram para formas alternativas de produção de energia, diferente das tradicionais hidrelétricas. Chegamos até o dínamo, que é um gerador que transforma energia mecânica em energia elétrica. Assim, o projeto teve como objetivo propor o reaproveitamento de energia no setor industrial, prezando pela sustentabilidade e economia”, relata Maria Eduarda, que atualmente tem 18 anos.

 

Desde então, o grupo acumula troféus com o trabalho. Entre as diversas premiações, a equipe conquistou o direito de representar o Brasil na Mostra Científica Latino Americana de 2018, no Peru. Para chegar lá, os estudantes venderam bombons, água e até canetas com intuito de levantar fundos para a viagem. O esforço valeu a pena. O bom desempenho no evento garantiu a vaga na final continental, representando toda a América Latina. Agora, o grupo está arrecadando fundos para a viagem. “Nosso sonho é poder mostrar o trabalho para o mundo todo conhecer as possibilidades do dínamo e, quem sabe, ajudar nosso país em futuras crises energéticas”, conclui Maria Eduarda.