Governo do Distrito Federal
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5/02/19 às 18h45 - Atualizado em 5/02/19 às 18h51

Rafael Parente lança Educação Sem Carência em Ceilândia

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Rossana Gasparini, Ascom/SEEDF

 

 

O programa vai melhorar a distribuição de todos os profissionais da Educação necessários ao bom funcionamento das escolas: professor, orientadores-pedagogos e secretários escolares

 

O Secretário de Educação, Rafael Parente, lança, nesta quarta-feira, 6/2, na Coordenação Regional de Ceilândia, o Programa Educação Sem Carência, que vai suprir a rede pública de ensino com os profissionais necessários para o bom funcionamento das escolas. O Educação Sem Carência é uma ampliação do Carência Zero, que até o ano passado supria a falta de professores em sala de aula. O novo programa foi ampliado e estendido aos orientadores-pedagogos e secretários escolares.

 

 

Foto: Luis Tavares, Ascom/SEEDF

“Queremos que as escolas tenham todos os profissionais de que necessitam, para que possam fazer um trabalho de excelência”, afirmou Rafael Parente. O programa visa a suprir desde o primeiro dia do ano letivo 100% das carências nas escolas, alocando, de forma sistematizada, os profissionais necessários nas escolas, evitando que estudantes fiquem sem aulas ou tenham outros problemas.

 

Toda a distribuição é realizada de forma eletrônica, por meio do Sistema de Gestão de Pessoas, facilitando a solicitação feita pelo gestor e o encaminhamento de professores por parte da Sugep. Rafael Parente explica que, com o sistema, a substituição de profissionais pode ser feita de forma imediata:

 

“Assim que a Secretaria de Educação recebe a carência, é possível fazer o remanejamento, suprir as necessidades e proporcionar mais tranquilidade à equipe gestora das escolas”.

 

No início de cada ano, a Secretaria convoca professores substitutos, selecionados por meio de processo seletivo simplificado, para substituir temporariamente os diretores, vice-diretores, coordenadores e supervisores pedagógicos, cargos geralmente ocupados por professores, visto que é necessário ter conhecimentos pedagógicos para ocupá-los. Por isso, neste primeiro momento, a expectativa é convocar cerca de quatro mil professores substitutos temporários.

 

Além disso, no decorrer do ano, os professores substitutos também são convocados para suprir as carências dos efetivos nos afastamentos legais, como licenças médicas, licença paternidade e maternidade, afastamento para estudos, entre outros.

 

“Dessa forma é possível manter todas as escolas com professores durante todo o ano letivo. Trabalhamos para que o processo de substituição seja simples e rápido a fim de evitar que nossos estudantes fiquem sem professor em sala de aula”, afirma Kelly Bueno, subsecretária de Gestão de Pessoas (Sugep).