Governo do Distrito Federal
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21/05/18 às 18h03 - Atualizado em 30/10/18 às 14h09

2º Prêmio Controladoria na Escola

 

Cadastros podem ser feitos até 4 de junho. Para a edição deste ano, valem também propostas para estudantes do sexto ao nono ano do ensino fundamental e alunos da rede Sesi

 

Da Agência Brasília

 

Na 2ª edição do Prêmio Controladoria na Escola, mais estudantes serão contemplados pela atuação cidadã no ambiente escolar. As inscrições podem ser feitas até 4 de junho.

 

Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília

Para a próxima competição, podem participar alunos do sexto ao nono ano do ensino fundamental e do ensino médio de instituições civis e militares; estudantes do quarto e quinto ano do ensino fundamental; e os da rede do Serviço Social da Indústria (Sesi).

 

O anúncio da ampliação das inscrições foi feito, nesta segunda-feira (21), em cerimônia no Salão Nobre do Palácio do Buriti. O governador de Brasília, Rodrigo Rollemberg, participou do evento.

 

O prêmio, segundo o governador, estimula o desenvolvimento de processos de controle social pelos jovens e, dessa forma, cria uma nova cultura cidadã.

 

A inciativa, acrescentou Rollemberg, também fortalece a consciência ética desde cedo. “Esse prêmio faz com que, desde os primeiros anos na escola, as crianças e os jovens tenham a percepção da importância da transparência na execução fiscal, na correção no uso dos recursos públicos”, afirmou.

 

Na ocasião, também foi divulgada a ampliação da quantidade de unidades escolares a serem premiadas: desta vez, serão 35.

 

Na primeira edição, foram 10 escolas, com turmas do oitavo e do nono ano do ensino fundamental e do ensino médio, que receberam R$ 140 mil para investimento em melhorias das unidades.  Além das premiações, 104 escolas, 4 mil estudantes e 209 professores participaram da competição.

Como funciona o Controladoria na Escola

O Controladoria na Escola, lançado em 2016, visa estimular a participação de professores e alunos em ações cidadãs e de controle social dentro do ambiente escolar.

 

Desde a auditoria cívica, alunos escolheram um problema relevante para a escola e partiram para buscar a solução. Planejaram e executaram, com esforço de todos, projetos que modificaram a realidade do ambiente escolar.

 

O projeto começou com a participação de dez escolas em 2016 e, em 2017, passou para 104 unidades inscritas. Vencedor no ano passado, o Centro Educacional 14 de Ceilândia, por exemplo, criou um aplicativo para monitorar a limpeza e a conservação do patrimônio, além de ajudar no entendimento da corrupção no cotidiano escolar.

 

Aguarde mais informações.