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Educação executa quase 80% das prioridades do governo
Segundo balanço divulgado nesta segunda (2), a maior parte das promessas estão sendo cumpridas 

Lançado para o público pelo governo de Brasília, o Portal de Balanço das Prioridades apresenta à população o andamento de todas as ações do Executivo local previstas no plano de governo. A plataforma reúne as 472 prioridades e detalha a execução em pelo menos 1.847 iniciativas para a concretização das metas. Na Educação, 78.46% das prioridades foram executadas ou estão em execução.

 

Entre as realizações, vale destacar a construção sustentável de 28 creches e centros de educação infantil, ampliando a capacidade de atendimento em 4.844 vagas para crianças de 0 a 5 anos, com prioridade para Regiões Administrativas de mais baixa renda. Também foi atingido a universalização da educação para estudantes de 4 e 5 anos, uma das primeiras metas do Plano Distrital de Educação (PDE), aprovado em 2015 – e uma das principais prioridades previstas e executadas.

 

Houve ainda a ampliação de convênios com entidades filantrópicas, oferecendo acompanhamento técnico-pedagógico e apoio operacional, além de fiscalização das entidades. Isso resultou em um incremento de 64,62% no número de creches conveniadas entre 2015 e 2017, passando de 65 para 107.

 

A rede pública de ensino contou com a contratação e qualificação de professores para todos os níveis de ensino. Desde 2015 até fevereiro de 2018, foram nomeados 1.476 profissionais, atingindo a carência zero. “Pelo segundo ano consecutivo, todas as escolas iniciaram o ano letivo com professor em sala de aula, uma realidade básica que não era vivenciada até então”, comemora o secretário de Educação, Júlio Gregório Filho.

 

Foram criadas, ainda, seis novas unidades escolares, que garantem o ensino de mais 4.596 estudantes. Desde 2015, nove escolas foram reformadas ou reinauguradas por todo o DF. Além disso, houve a implementação de nove novos Centros de Interescolares de Línguas (CIL), beneficiando, aproximadamente, 44 mil estudantes da rede pública de educação. Atualmente são 17 CILs espalhados pelo Distrito Federal.

Estrutura
Outro destaque positivo foi a ampliação da descentralização financeira dos recursos para as escolas, com controle social exercido por meio de transparência de contas e acompanhamento por associações de pais e mestres. O Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf) foi regulamentado e ganhou incremento, passando de pouco mais de R$ 60 milhões em 2014 para R$ 100 milhões neste ano. “Este incremento permite que o gestor escolar consiga mais mobilidade para resolver os pequenos problemas da unidade”, explica o secretário.
 
O transporte escolar ganhou reforço de 22% na oferta em 2017, em relação a 2016. Além do auxílio aos novos núcleos habitacionais, registrou-se aumento do serviço aos estudantes da área rural, e das regiões do Sol Nascente, Pôr do Sol, Itapoã e Paranoá. Também foi ampliado, em aproximadamente 3 mil novos atendimentos, a oferta de transporte através do Programa de Educação Integral/Mais Educação. Onze Centros de Ensino Especial passaram a ser assistidos com veículos próprios da Secretaria de Educação. Em 2017, cerca de 2.145 alunos foram beneficiados. Ademais, foram criadas linhas exclusivas no transporte escolar nas regiões de Planaltina, Sobradinho e São Sebastião, alcançando 400 estudantes com deficiência.
Melhoria do ensino
Segundo Júlio Gregório Filho, os números revelam o empenho desta gestão em prol da melhoria do ensino público da capital federal, mas reconhece que ainda há muito a ser feito. “Foi preciso colocar primeiro a estrutura funcionando com qualidade para que as ações pedagógicas fossem melhor implementadas. Ainda assim, conseguimos garantir bons avanços na qualidade do ensino”, relata o secretário.
No campo pedagógico, o titular da pasta destaca a flexibilização, integração e adaptação curricular; o estímulo à participação em olimpíadas regionais e nacionais de conhecimento; a ampliação de estratégias de identificação e do atendimento de alunos com altas habilidades/ superdotação, com qualificação de professores e envolvimento das famílias; o reforço de conteúdos e habilidades básicas em Matemática e Língua Portuguesa, especialmente em raciocínio lógico e interpretação e produção de textos; e a capacitação dos professores de Ensino Médio nos exames nacionais e ingresso no Ensino Superior.
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