Governo do Distrito Federal
7/11/22 às 16h59 - Atualizado em 7/11/22 às 17h08

Programa Mulheres Inspiradoras

A Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) repudia a nota publicada pelo Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) na última quinta-feira (3/11), a qual afirma que esta Secretaria se distancia do fortalecimento da formação continuada em gênero e raça.

 

A SEEDF reforça que que prioriza o programa de incentivo ao fortalecimento da valorização de meninas e mulheres e de enfrentamento às violências e que o mesmo continua e existir. Apenas o curso de formação do Programa Mulheres Inspiradoras (PMI) foi encerrado devido a baixa procura de inscrições, já que no 1º semestre deste ano houve quatro matriculados e no 2º semestre não houve interesse nas vagas e, por consequência, matrículas.

 

Dentro da área de formação continuada, para manter e dar continuidade ao programa, a Eape lançará em breve um novo edital com o intuito de abrir espaço para novos projetos que abordam o tema e são desenvolvidos nas unidades escolares da rede pública de ensino do Distrito Federal, como forma de expandir e divulgar os programas para toda a rede.

 

Além disso, a Secretaria de Estado de Educação do DF, através da Eape, reforça que outros atendimentos de formação continuada dos professores, que abordam gênero e raça, continuam a serem realizados pela pasta. No projeto Eape Vai à Escola, em 2022, houve 1.310 atendimentos sobre educação anti-racista, 910 sobre diversidade sexual, 60 sobre violência contra mulher, além de outros.

 

O Programa Mulheres Inspiradoras continua também com outras ações além do curso de formação para professores, como a compra de livros que abordam o tema para distribuição nas escolas. Entre 2017 e 2021, foram investidos mais de R$ 450 mil na aquisição de obras literárias para o programa. Em 2022, está em andamento processo com valor estimado de R$183.676,80 para a aquisição de 4.560 obras.

 

Ao todo, já foram distribuídos cerca de 14 mil livros para mais de 50 unidades escolares em todas as Coordenações Regionais de Ensino. O acesso ao acervo literário produzido por autoras mulheres e a reflexão e o trabalho pedagógico desenvolvidos a partir destes possibilitou as meninas a condição de vislumbrar novas possibilidades futuras de formação e atuação profissional.

 

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