Governo do Distrito Federal
Governo do Distrito Federal
8/02/18 às 18h28 - Atualizado em 30/10/18 às 14h09

Projeto Controladoria na Escola inicia etapa 2018

Da Agência Brasília

 

Foto: Toninho Tavares, Agência Brasília

 

A reunião de planejamento com professores da rede pública e organizadores do projeto ocorreu na tarde desta quinta-feira (8) no Palácio do Buriti

 

Controladoria na Escola iniciou a etapa de preparação para 2018. Em reunião com professores da rede pública e servidores da Controladoria-Geral do Distrito Federal e da Secretaria de Educação, foram discutidas propostas de melhoria para a iniciativa que estimula a cidadania nos estabelecimentos de ensino.

 

O objetivo do encontro foi recolher dos professores que participaram do projeto em 2017 sugestões de aperfeiçoamento.

 

A reunião ocorreu na tarde desta quinta-feira (8) no Palácio do Buriti.

 

No ano passado, o Controladoria na Escola funcionou em 104 escolas. Para 2018, em virtude do sucesso da proposta, serão abertas 200 vagas.

 

De acordo com o controlador-geral-adjunto, Marcos Tadeu de Andrade, a expectativa para este ano é a melhor possível. “O projeto está sendo ampliado, estamos dando uma dimensão muito maior que em 2017”, disse.

 

Para ele, o objetivo é levar a auditoria cívica para dentro e fora da escola. “A ideia é que a gente tenha cidadãos mais bem preparados para exercer a cidadania”, completou.

 

O secretário de Educação, Júlio Gregório Filho, enfatizou que iniciativas dessa natureza fazem parte do que a pasta quer para a restruturação do currículo educacional, pois trazem aprendizagens significativas. “O projeto no ano passado foi um sucesso, sobretudo porque cria muita consciência nos alunos”, observou.

Como funciona o Controladoria na Escola

Controladoria na Escola, lançado em 2016, visa estimular a participação de professores e alunos em ações cidadãs e de controle social dentro do ambiente escolar.

 

Desde a auditoria cívica, alunos escolheram um problema relevante para a escola e partiram para buscar a solução. Planejaram e executaram, com esforço de todos, projetos que modificaram a realidade do ambiente escolar.

 

O projeto começou com a participação de dez escolas em 2016 e, em 2017, passou para 104 unidades inscritas. Vencedor no ano passado, o Centro Educacional 14 de Ceilândia, por exemplo, criou um aplicativo para monitorar a limpeza e a conservação do patrimônio, além de ajudar no entendimento da corrupção no cotidiano escolar.