Governo do Distrito Federal
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4/11/21 às 13h51 - Atualizado em 4/11/21 às 13h53

Turmas com excesso de alunos

Foram identificadas pelo menos três escolas com mais matrículas do que o previsto; situação será solucionada

Redação | Ascom/SEEDF

 

Foto: Mary Leal | Ascom/SEEDF

 

A volta das aulas presenciais para todos os estudantes da rede pública de ensino revelou uma questão surpreendente: durante a pandemia, houve matrículas em excesso em algumas escolas. Em pelo menos três delas – Escola Classe 52 de Taguatinga, Centro de Ensino Fundamental Bosque e Centro Educacional São Francisco, ambos de São Sebastião – há turmas com 50 alunos matriculados.

 

Esses casos foram gerados por um problema migratório”, esclarece a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. “Um pai, por exemplo, que saiu do Plano Piloto e foi morar em Taguatinga, então ele matriculou o filho numa escola em Taguatinga. Isso fez com que extrapolasse a estratégia de matrícula.

 

Estratégia de matrícula é como se chama o documento editado todos os anos pela Secretaria de Educação, em que se definem todas as orientações pedagógicas a serem seguidas pelas escolas durante o ano letivo. Uma dessas orientações diz respeito ao tamanho das turmas. Na estratégia deste ano, por exemplo, o máximo de alunos a serem matriculados numa turma regular deveria ser de 32 para o ensino fundamental e de 38 para o ensino médio.

 

Clique para ler o documento: ESTRATÉGIA DE MATRÍCULA 2021

 

Em meio à pandemia, no entanto, algumas escolas extrapolaram a diretriz.

 

Levantamento da Subsecretaria de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav), porém, revelou que há escolas no Plano Piloto, como o Gisno, o CEAN e o Elefante Branco, com turmas menores do que o teto estabelecido. Em tese, há vagas a serem preenchidas dentro da própria rede, portanto.

 

O problema será solucionado. A secretaria estuda a melhor alternativa, que vai desde a transferência dos alunos para outras escolas até a abertura de novas turmas nas escolas atuais.

 

A Secretaria de Educação já está resolvendo. Então, pais, mandem seus filhos para as escolas, eles estarão seguros lá dentro. Nós daremos os encaminhamentos necessários aos problemas que estão sendo levantados. Mas mande o seu filho para a escola, porque é lá onde ele vai ter a garantia das aprendizagens”, afirma Hélvia Paranaguá.