Governo do Distrito Federal
29/03/22 às 19h45 - Atualizado em 6/10/22 às 18h47

Comissão vai trabalhar no planejamento do plano de urgência

Secretaria de Educação nomeou representantes de sete Subsecretarias que ficarão à frente das ações

Tainá Morais, Ascom/SEEDF

 

O principal objetivo da comissão é fazer um planejamento para inibir o índice de violência nas escolas da rede pública – Foto: Luís Tavares, Ascom/SEEDF

 

O primeiro passo do cronograma do Plano de Urgência pela Paz nas Escolas da Rede Pública do DF foi dado nesta terça-feira (29). Foi publicada no Diário Oficial do DF a Portaria nº 281, que institui a comissão da Secretaria de Educação encarregada de discutir, propor e criar ações para promover a paz nas unidades de ensino.

 

A criação do grupo foi antecipada pela secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, em coletiva de imprensa, nessa segunda-feira (28), ao lado do chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, e do secretário de Segurança Pública, Júlio Danilo.

 

A meta da comissão é fazer um planejamento para inibir o índice de violência nas escolas da rede pública do Distrito Federal, tornando-os ambientes onde os alunos possam ter um espaço para reflexão, resolução de conflitos e até mesmo rodas de conversa onde poderão trocar experiências diárias.

 

De início, o Plano será levado para 126 escolas com o maior índice de registros de violência e vulnerabilidade. A Secretaria de Educação terá apoio das Secretarias de Segurança Pública, Saúde, Esporte, Justiça e Juventude.

 

A comissão instituída é composta por sete subsecretarias: de Educação Básica (Subeb); de Educação Inclusiva e Integral (Subin); de Planejamento, Acompanhamento e Avaliação (Suplav); de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape); de Apoio às Políticas Educacionais (Suape); de Gestão de Pessoas (Sugep); e da Unidade de Apoio às Coordenações Regionais de Ensino (Unicre).

 

Plano de Urgência

 

Entre as ações já definidas, estão:

 

Distribuição para todas as escolas da rede pública, até 20 de abril, do Caderno de Convivência Escolar e Cultura de Paz;

 Criação de um canal direto entre os diretores escolares e a Polícia Militar;

 Reforço do efetivo do Batalhão Escolar;

 Continuidade da operação de revista nas portas das escolas e nas salas de aula, sempre que for solicitado pelos diretores;

 Prosseguimento do programa de Saúde Escolar (nacional), que previne desde a proliferação do mosquito da dengue até o uso de drogas e álcool;

 Implementação em todas as regionais de ensino do programa Práticas Integradas Complementares (PIC), que faz uso de práticas que buscam o equilíbrio do ser humano, como Reiki, massagem e bate-papo entre estudantes.

 

 

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