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17/05/24 às 16h31 - Atualizado em 20/05/24 às 10h52

Escola pública de Planaltina recebe cerimônia do projeto NaMoral

Programação reuniu mais de 400 alunos do CEF 03 para apresentações das iniciativas realizadas no projeto

Ícaro Henrique, Ascom/SEEDF

 

400 alunos participaram da cerimônia de culminância do projeto “NaMoral” no CEF 03 de Planaltina | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.

 

Os estudantes do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 03 de Planaltina encerraram a semana nesta sexta-feira (17) de uma maneira especial com a culminância do projeto “NaMoral”, uma iniciativa em parceria entre a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) e o Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT). Além de estudantes e educadores, estiveram presentes no evento o secretário executivo da SEEDF, Isaías Aparecido, e a promotora de Justiça do MPDFT, Luciana Asper.

 

A cerimônia contou com apresentações musicais realizadas pelos estudantes e uma apresentação especial de um desafio proposto pelo programa, no qual os estudantes foram desafiados a eleger um super-herói representando a escola. A heroína escolhida pela turma foi a Super Luna. Maria Eduarda Gonçalves, 12 anos, usou a criatividade e se caracterizou como a personagem desenhada por ela e seus colegas.

 

Foi muito legal participar do NaMoral, porque além de a gente aprender sobre corrupção, honestidade e outras coisas legais, também aprendemos a usar nossos dons, como cantar e desenhar. Então, eu gostei muito”, contou Maria Eduarda.

 

Os amigos Isaque Silva Moura, 13 anos, Ysis Sophia dos Santos, 13, e Ana Beatriz Machado, 13, animaram a plateia com a apresentação de um clássico dos anos 2000, a música “Na Moral”, do grupo Jota Quest. “A gente aprende bastante coisas interessantes e hoje cantamos essa música que é bem positiva”, comentou Isaque. Já a colega Ysis está ansiosa para participar mais vezes do projeto.

 

Apresentações musicais divertiram os alunos e a plateia presente no evento | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.

 

 

O secretário executivo da SEEDF, Isaías Aparecido, falou sobre a importância do projeto e seu impacto positivo nas escolas e na sociedade. “O NaMoral é uma iniciativa essencial para as nossas escolas públicas. Através deste projeto, estamos não apenas formando estudantes mais conscientes e responsáveis, mas também contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa e ética”, avaliou.


A educação em valores é a base para o desenvolvimento de cidadãos comprometidos com o bem-estar coletivo e a melhoria contínua da nossa comunidade educacional.❞

Isaías Aparecido, secretário executivo da SEEDF

 

A promotora de Justiça e articuladora do programa, Luciana Asper, falou da importância do projeto no enfrentamento à corrupção e outras iniciativas que promovem a integridade e honestidade. “Estamos capacitando os jovens a se tornarem indivíduos mais conscientes e éticos, preparados para enfrentar os desafios da sociedade com responsabilidade e respeito. Investir na formação moral dos alunos é investir no futuro de nossa comunidade, promovendo uma cultura de justiça e equidade desde a base educacional”, explicou.

 

O secretário executivo Isaías Aparecido engrandeceu a parceria entre os órgãos que compõem o programa. “Nada acontece na nossa cidade, neste país, se não for no chão da escola. Não adianta gestor, professor, secretário pensar em nenhuma política pública se não vivenciar o chão da escola. Então, quero agradecer ao Ministério Público do DF por essa ajuda tão importante para os nossos estudantes”, finalizou.

 

A promotora de Justiça do MPDFT, Luciana Asper, e outras autoridades participaram do momento de confraternização | Foto: Mary Leal, Ascom/SEEDF.

 

NaMoral

 

O NaMoral foi criado em 2019 para levar às escolas públicas do Distrito Federal vivências de integridade com o objetivo de desenvolver uma nova cultura. Nos anos de 2020 e 2021, o projeto foi implementado em sua primeira versão virtual, voltada para estudantes universitários. Em 2022, voltou a ser realizado de forma presencial e teve a participação de 12 escolas. Em 2023, foram 24 escolas participantes.

 

O projeto utiliza ferramentas inovadoras, principalmente de gamificação, que transformam o processo de aprendizagem em um jogo. Ao refletir sobre o impacto das ações diárias, visa desenvolver uma consciência crítica nos jovens, capacitando-os para fazer escolhas alinhadas aos valores que defendem e ao mundo que desejam para si mesmos.

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