Governo do Distrito Federal
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21/02/22 às 8h19 - Atualizado em 21/02/22 às 8h19

Escolas públicas podem se inscrever no Projeto Parque Educador

Iniciativa tem foco na educação ambiental e leva estudantes para atividades na Unidades de Conservação

Redação | Ascom/SEEDF

 

Desde 2018, quando teve início, o Projeto Parque Educador já alcançou 122 escolas e 8 mil estudantes. Foto: Mary Leal | Ascom/SEEDF

 

As escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal podem se inscrever para o Projeto Parque Educador até o dia 2 de março. A iniciativa é uma parceria entre Secretaria de Educação, Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram). A ação tem como principal objetivo receber estudantes para a realização de atividades de educação integral, ambiental e patrimonial nas Unidades de Conservação Distritais.

 

As inscrições podem ser feitas na página do Ibram.

 

 INSCREVA-SE 

 

As escolas serão selecionadas conforme critérios como a distância até a unidade de conservação; maior número de estudantes da turma selecionada (não podendo exceder 40); e projetos na área ambiental e/ou patrimonial já realizados.

 

Unidades de Conservação que fazem parte do projeto

 

img-responsiva Estação Ecológica Águas Emendadas/Parque Ecológico Sucupira (Planaltina);

img-responsiva Parque Ecológico Águas Claras;

img-responsiva Parque Ecológico Três Meninas (Samambaia);

img-responsiva Parque Ecológico Saburo Onoyama (Taguatinga);

img-responsiva Parque Ecológico do Riacho Fundo;

img-responsiva Monumento Natural Dom Bosco (Lago Sul).

 

Resultado

 

O resultado será divulgado no dia 4 de março, no site do Ibram. Especificamente as contempladas também serão comunicadas por meio do e-mail ou do telefone informados no ato de inscrição e convocadas para uma reunião virtual.

 

Projeto

 

Aberto apenas para as escolas da rede pública do DF, o Projeto Parque Educador começou no primeiro semestre de 2018. Até o ano de 2021, já participaram 122 escolas e 8 mil estudantes. No período da pandemia, a ação foi adaptada para o modelo virtual.

 

As atividades incluem trilhas guiadas nas Unidades de Conservação, oficinas, práticas integrativas de saúde, palestras e vivências na natureza. O foco é a formação integral, ampliando e reforçando os conhecimentos adquiridos em sala de aula, de maneira interdisciplinar.

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